Materiais MODERNISMO

Olá, alunos.

Como estou com pouco tempo para postar os materiais semana a semana, vou deixar aqui o que usaremos nas próximas 3 ou 4 aulas para vocês já conseguirem acessá-los e lê-los. Nem tudo está aqui porque não tenho pdf de todos os textos, combinaremos na aula o acesso a esses outros textos.  Um abraço.

LAFETA, Joao Luiz. 1930_ a critica e o modernismo

Modernismo

manifesto pau-brasil e antropofágico

Macunaima – Mario de Andrade

 

Atividade avaliativa 1 – Romantismo (3º semestre)

Pessoal!
Desculpem (galera da manhã, principalmente) a demora por colocar este post aqui. Sem PID estou me desdobrando pra dar conta do blog. De toda forma, é aqui que vocês deverão colocar seus comentário sobre o poema “Leito de folhas verdes”, do Gonçalves Dias. Esse comentário deverá conter a ideia de “princípio de liberdade”, uma referência aos elementos que podem representá-lo no poema, e uma  reflexão sobre o processo de construção literária (transposição – substituição – invenção) do romantismo brasileiro, como proposto por Candido em Romantismo no Brasil. 
Abraço!
Thais

Aula 1 (Período de Quarentena) Os contos de fadas e

  • Assistir ao vídeo acima, do ótimo canal A cigarra e a formigam (todos os vídeos são ótimos!) como introdução ao tema – CONTOS DE FADAS e responder: De onde surgem os contos de fadas? Eles são inicialmente voltados a crianças? Por que você acredita que eles acabaram por fazer parte do mundo infantil?
  • Ler os textos: O capuchinho vermelho, de Charles Perrault e Chapeuzinho vermelho, dos Irmãos Grimm. Responder: O que há em comum entre essas duas histórias? De que maneira elas se diferenciam? É possível imaginar um motivo pelo qual essas histórias, embora baseadas em um mesmo enredo, têm desfechos diversos?

Chapeuzinho vermelho CV_Perrault

Chapeuzinho Vermelho – Irmão Grimm

  • Ler o texto “A criança e seus narradores”, levantando perguntas que deverão ser postadas como comentários ao post neste link: até o dia 28 de março, para resposta em vídeo-aula que estará disponível no canal meu canal do youtube (https://www.youtube.com/channel/UCNzLGrFsBqhOdmlfIaaJmog?view_as=subscriber) no dia 01 de abril . Vocês notarão que no cronograma consta outro texto, do Bruno Bettleheim, mas eu decidi trocá-lo por esse texto da Maria Rita Kehl, que é o prefácio do Fadas no divã, livro importante sobre contos de fadas que está disponível em nossa bibllioteca virtual. Vocês poderão acessar o prefácio no blog, ou o livro completo pelo link: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536310220/cfi/0!/4/2@100:0.00 (para acessar o livro digital, vocês deverão estar logados no site da nossa biblioteca digital com seu RA e senha da biblioteca).

A criança e seus narradores

 

Ensino de Literatura Infantil e Juvenil

Olá, alunos!

Segue abaixo o texto de nossa primeira aula. Também segue neste post o cronograma para o mês de março. Eu estou terminando o cronograma semestral e o plano de ensino, e a semana que vem eles estarão completos aqui.
A aula passada nós conversamos sobre a complexidade dos conceitos envolvidos em nossa disciplina (ensino, escola, literatura, infância e juventude). Também fizemos a primeira atividade de nosso projeto integrador, pensando como contamos histórias relacionando nossas ferramentas ao público alvo a quem nos dirigimos.
Hoje deixaremos pensaremos sobre o conceito de literatura infantil a partir de uma definição de literatura e infância feita por Peter Hunt no terceiro capítulo de seu livro Crítica, teoria e literatura infantil, intitulado “Definição de literatura infantil”.
Segue o pdf: Definição de literatura infantil – Peter Hunt (Crítica, teoria e literatura infantil)

CRONOGRAMA DE MARÇO:

Dias Aula
01/03 ·         Introdução aos estudos de Literatura Infantil e Juvenil. A complexidade dos conceitos: ensino, literatura, infância e juventude.

·         Início do projeto integrador: RODAS DE LEITURA E CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMO ESPAÇO DE TESSITURAS NO ENSINO FUNDAMENTAL. Atividade de leitura de livros infantis e contação de histórias em grupos.

08/03 ·         Conceitos fundamentais: Leitura compartilhada do texto “Definição de literatura infantil” em Crítica, teoria e literatura, de Peter Hunt.

·         Discussão sobre o conceito de literatura infantil e criança.

15/03 ·         Gêneros literários na literatura infantil
22/03 ·         Atividade de aplicação dos conceitos a leitura de uma obra infantil: FÁBULA e CONTO DE FADAS.
29/03 ·         Continuação do projeto: RODAS DE LEITURA E CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMO ESPAÇO DE TESSITURAS NO ENSINO FUNDAMENTAL. Contação/Narração/Mediação de leitura – conceitos e atividade com fábula e conto.

Romantismo (manhã e noite)

Alunos,

Seguem abaixo os cronogramas do noturno e do matutino e os documentos das primeiras duas aulas.

Cronograma noturno: cronograma de aulas – literatura brasileira ROMANTISMO (NOTURNO 2019)

Cronograma matutino: cronograma de aulas – literatura brasileira ROMANTISMO (MANHÃ 2019)

Documentos da primeira aula:

CANDIDO, Antonio. O Romantismo no Brasil

A poesia romântica – Introdução

poemas românticos para aula

Teoria Literária (Terry Eagleton)

Olá, alunos.

Hoje estudaremos o capítulo “O que é literatura?”, do livro “Teoria da Literatura”, do professor Terry Eagleton, para podermos retomar essa pergunta essencial e pensarmos sobre como é definido esse conceito, quem normalmente o define e o que fica de fora dessa definição. Discutiremos diferentes tipos de literatura e pensaremos sobre o que esses conceitos dizem sobre elas.

Segue abaixo o capítulo:

Teoria da Literatura – Terry Eagleton

Monteiro Lobato e o caipira

Olá, alunos.

Na aula de hoje (eu sei, esse post está atrasado :/ ) leremos o artigo “Velha Praga” e discutiremos sobre o conto “Urupês”. Seguem os arquivos:

Urupes – Monteiro Lobato

Monteiro Lobato – VELHA PRAGA

Perguntas para reflexão sobre o texto do Luzimar (Monteiro Lobato e Mazzaropi e o Imaginário Caipira ) e a relação entre ele e os contos do Lobato:

  1. Quais foram as bases da colonização da Capitania de São Vicente?
  2. De que maneira esse processo colonizador forma a cultura caipira?
  3. Quais são algumas característica essenciais dos caipiras?
  4. Como os monocultores de café percebiam o caipira?
  5. Quais os propósitos da imigração européia no Brasil pós escravocrata?
  6. O recorte do estudo é racial ou cultural? Explique.
  7. De que maneira o Lobato lido em sala percebe o caipira? Que relações podem ser estabelecidas entre os contos e a apresentação dos caipiras feita pelo texto?
  8. Por meio de qual ponto de vista se construiu o imaginário nacional sobre o caipira?
  9. Tanto Lobato quanto o estudo do Prof. Luzimar evidenciam um primeiro olhar sobre os homens rurais brasileiros no esforço da construção de um imaginário nacionalista. Explique.
  10. O texto propõe que se podem fazer duas leituras desses textos de Lobato. Explique-as.
  11. Urupês e Velha Praga “marcam o lugar de fala de Lobato, naquele momento mais fazendeiro que escritor”. Explique essa afirmação.
  12. Qual ponto de vista “Jeca Tatu – a ressurreição” traz sobre o caipira? Qual a relação desse olhar com o sanitarismo?
  13. Como a visão de Lobato sobre o caipira se transforma em Zé Brasil?
  14. Ao concluir o capítulo “Uma representação”, o autor reitera um ponto de vista sobre a contribuição de Lobato para o imaginário nacional sobre a figura do caipira. Explique esse ponto de vista.