ATIVIDADE AVALIATIVA – MODERNISMO

A partir da leitura dos manifestos de Oswald de Andrade (Da poesia pau-brasil e antropófago), responda:

  1. De que maneira esses manifestos são uma construção de vanguarda aos modos das vanguardas europeias no Brasil? Especifique a sua resposta para cada um dos manifestos.
  2. Escolha dois poemas de “Pau Brasil” para exemplificar o que você respondeu para as perguntas acima.


    (as respostas devem ser colocadas no link do drive, dentro de uma pasta com seu nome)

De viuvinha à Carminha: o romance folhetinesco e a narrativa da novela no Brasil.

Olá, alunos.

Hoje, leremos em conjunto “A viuvinha”, de José de Alencar. Para alicerçar nossa discussão sobre esse texto, é importante que a gente entenda qual era o papel de narrativas como essa e muitas outras que surgem nesse período é bastante importante para o desenvolvimento de vários outros tipos de narrativas que foram e são populares no Brasil, como as radionovelas, as fotonovelas e as telenovelas. 

Para isso, separei um artigo curto e simples que conta a história do folhetim e de seus desdobramentos, escrito pela professora Maria Imaculada Cavalcante, da UFG. 

Peço que vocês leiam o texto e expliquem de que maneira podemos relacionar as discussões trazidas pelo texto teórico com o conto lido. Discutiremos suas explicações (que devem ser trazidas por escrito para entrega) na próxima aula! 

Boa leitura!

Augusto dos Anjos ou Vida e Morte Nordestina, Ferreira Gullar

  1. Escolha um poema que exemplifique o trecho abaixo. Explique sua escolha.

2. Segundo Ferreira Gullar, o que diferencia a poesia de Augusto dos Anjos daquela feita por Raimundo Correia e Alberto de Oliveira?

3. Por que Augusto dos Anjos é considerado um poeta modernista por Ferreira Gullar? Considere aspectos temáticos e estruturais em sua resposta.

4. Explique a divisão que Gullar faz da poesia de Augusto dos Anjos.

O NARRADOR

Caros alunos,

Para os estudos do narrador, leremos o Cap. 2 do livro O foco narrativo, da Ligia Chiappini Moraes Leire e o texto “O ponto de vista na ficção” de Norman Friedman, texto que é a fonte desse capítulo.

Texto 1:

O foco narrativo 

Texto 2:

Friedman O ponto de vista na ficção

Na próxima aula, faremos uma atividade prática para pensarmos os narradores de alguns dos contos que lemos aqui, nomeando-os a partir desse ponto de vista.