Olá, Alunos!
Estamos de volta e aqui seguem os materiais para a nossa primeira aula:
ppt: A poesia romântica – Introdução
poemas da aula: poemas românticos para aula
livro para leitura: CANDIDO, Antonio. O Romantismo no Brasil
Abraços
Thais!
Olá, Alunos!
Estamos de volta e aqui seguem os materiais para a nossa primeira aula:
ppt: A poesia romântica – Introdução
poemas da aula: poemas românticos para aula
livro para leitura: CANDIDO, Antonio. O Romantismo no Brasil
Abraços
Thais!
A pedidos, segue o texto da Aula sobre o “Pode o subalterno falar?”.
Abraços
Thais
Olá, Pessoal!
Como combinado, segue aqui o espaço para que vocês respondam à questão extra do semestre:
| POEMA DO BECO | |||
| Que importa a paisagem, a Glória, a baía, a linha do horizonte? — O que eu vejo é o beco. © MANUEL BANDEIRA |
Escolha dois poemas dos livros “Libertinagem” e “Estrela da Manhã” que reflitam aquilo que chamamos em sala de “estética do beco” e faça um comentário sobre como percebê-la nos textos escolhidos.
Pessoal, textinho do Bosi para discutirmos o Macunaíma hoje. ❤
Olá, Alunos.
A pedidos, deixo aqui as questões feitas na aula retrasada.
Abraços.
A sociedade colonial brasileira não foi, portanto (como teria preferido que fosse certa imaginação romântica nacionalista), um prolongamento das culturas locais, mais ou menos destruídas. Foi transposição das leis, dos costumes, do equipamento espiritual das metrópoles. A partir dessa diferença de ritmos de vida e de modalidades culturais formou-se a sociedade brasileira, que viveu desde cedo a difícil situação de contato entre formas primitivas e formas avançadas, vida rude e vida requintada. Assim, a literatura não nasceu aqui: veio pronta de fora para transformar-se à medida que se formava uma sociedade nova. (CANDIDO, Antonio. Introdução à literatura Brasileira, p. 12)
A transposição para o Novo Mundo de padrões de comportamento e linguagem deu resultados díspares. À primeira vista, a cultura letrada parece repetir, sem alternativa, o modelo europeu; mas, posta em situação, em face do índio, ela é estimulada, para não dizer constrangida, a inventar. (BOSI, Alfredo. Colônia, culto e cultura, p. 31)
À cidade da Bahia
Triste Bahia! oh! quão dessemelhante
Estás e estou do nosso antigo estado!
Pobre te vejo a ti, tu a mim empenhado,
Rica te vi eu já, tu a mim abundante.
A ti trocou-te a máquina mercante,
Que em tua larga barra tem entrado,
A mim foi-me trocando e tem trocado
Tanto negócio e tanto negociante.
Deste em dar tanto açúcar excelente
Pelas drogas inúteis, que abelhuda
Simples aceitas do sagaz Brichote.
Oh! Se quisera Deus que, de repente
Um dia amanheceras tão sisuda
Que fora de algodão o teu capote!
Olá, Alunos.
Como combinado, posto aqui os nomes dos alunos cujos comentários ou aparecem no blog ou foram enviados no meu e-mail (como exceção). Peço que verifiquem se há duas marcas ao lado do seu nome, uma laranja, para o comentário do trabalho em grupo, e uma verde, para o comentário individual sobre o Anchieta. Fiquem atentos que o último dia para postar seu comentário, ou enviá-lo por e-mail, caso você realmente não consiga postá-lo aqui, é dia 27/Outubro. Qualquer trabalho recebido depois dessa data será desconsiderado.
Abraços
Thais
Olá, Alunos!
Seguem abaixo os materiais para nossas últimas aulas. O primeiro é o livro Manuelzão e Miguilim, que contém o conto “Campo Geral”, de Guimarães Rosa (embora eu tenha deixado fora da lista obrigatória da manhã, estou colocando de volta, mesmo que a gente só consiga discuti-lo depois da prova). O segundo é o Pode o subalterno falar, leitura obrigatória que será cobrada na prova tanto da manhã quanto da noite. E o terceiro é o Dialética da marginalidade, que não será cobrado, mas cuja leitura eu recomento para melhor compreensão do fechamento do curso. Deixo também aqui o conto O cobrador, do Rubem Fonseca. Abraço
Thais
João Guimarães Rosa – Manuelzão e Miguilim
Olá, Alunos.
Caso algum de vocês ainda não tenha encontrado o “Na sala de aula”, que contém o texto que estudaremos amanhã, segue uma cópia aqui:
Antonio Candido – Na sala de aula – Caderno de Analise Literária (doc)(rev)
Abraços
Thais
Olá, Alunos!
Segue abaixo um arquivo com a estrutura do ENSAIO(obrigada, Deise!) . Vocês devem basear-se nele para a estrutura do seu trabalho sobre o conto.
Manual_de_Redacao_Cientifica_ensaio_acad
Abraço
Thais