Questão extra 4º período

Olá, Pessoal!

Como combinado, segue aqui o espaço para que vocês respondam à questão extra do semestre:

POEMA DO BECO
Que importa a paisagem, a Glória, a baía, a linha do horizonte?
— O que eu vejo é o beco.

© MANUEL BANDEIRA 
In Estrela da Manhã, 1936 

Escolha dois poemas dos livros “Libertinagem” e “Estrela da Manhã” que reflitam aquilo que chamamos em sala de “estética do beco” e faça um comentário sobre como percebê-la nos textos escolhidos.

Perguntas feitas em sala (2º período)

Olá, Alunos.

A pedidos, deixo aqui as questões feitas na aula retrasada.

Abraços.

  1. Antonio Candido faz a seguinte afirmação em Iniciação à literatura brasileira. Comente essa afirmação com base nas leituras e nas discussões feitas em sala de aula:

 

A sociedade colonial brasileira não foi, portanto (como teria preferido que fosse certa imaginação romântica nacionalista), um prolongamento das culturas locais, mais ou menos destruídas. Foi transposição das leis, dos costumes, do equipamento espiritual das metrópoles. A partir dessa diferença de ritmos de vida e de modalidades culturais formou-se a sociedade brasileira, que viveu desde cedo a difícil situação de contato entre formas primitivas e formas avançadas, vida rude e vida requintada. Assim, a literatura não nasceu aqui: veio pronta de fora para transformar-se à medida que se formava uma sociedade nova. (CANDIDO, Antonio. Introdução à literatura Brasileira, p. 12)

 

  1. Faça um breve comentário sobre a afirmação de Alfredo Bosi no capítulo inicial de Dialética da colonização, baseando-se nas discussões feitas em sala e relacionando-a à leitura do Auto de São Lourenço, de Anchieta:

 

A transposição para  o Novo Mundo de padrões de comportamento e linguagem deu resultados díspares. À primeira vista, a cultura letrada parece repetir, sem alternativa, o modelo europeu; mas, posta em situação, em face do índio, ela é estimulada, para não dizer constrangida, a inventar. (BOSI, Alfredo. Colônia, culto e cultura, p. 31)

 

  1. Leia o poema abaixo, de Gregório de Matos, e estabeleça um comentário baseado na leitura do texto de Bosi sobre a literatura do autor:

 

À cidade da Bahia

Triste Bahia! oh! quão dessemelhante

Estás e estou do nosso antigo estado!

Pobre te vejo a ti, tu a mim empenhado,

Rica te vi eu já, tu a mim abundante.

 

A ti trocou-te a máquina mercante,

Que em tua larga barra tem entrado,

A mim foi-me trocando e tem trocado

Tanto negócio e tanto negociante.

 

 

 

Deste em dar tanto açúcar excelente

Pelas drogas inúteis, que abelhuda

Simples aceitas do sagaz Brichote.

 

Oh! Se quisera Deus que, de repente

Um dia amanheceras tão sisuda

Que fora de algodão o teu capote!

 

 

 

 

 

Alunos 2º período – URGENTE

Olá, Alunos.

Como combinado, posto aqui os nomes dos alunos cujos comentários ou aparecem no blog ou foram enviados no meu e-mail (como exceção). Peço que verifiquem se há duas marcas ao lado do seu nome, uma laranja, para o comentário do trabalho em grupo, e uma verde, para o comentário individual sobre o Anchieta. Fiquem atentos que o último dia para postar seu comentário, ou enviá-lo por e-mail, caso você realmente não consiga postá-lo aqui, é dia 27/Outubro. Qualquer trabalho recebido depois dessa data será desconsiderado.

Abraços

Thais

Materiais para 6º período

Olá, Alunos!

Seguem abaixo os materiais para nossas últimas aulas. O primeiro é o livro Manuelzão e Miguilim, que contém o conto “Campo Geral”, de Guimarães Rosa (embora eu tenha deixado fora da lista obrigatória da manhã, estou colocando de volta, mesmo que a gente só consiga discuti-lo depois da prova). O segundo é o Pode o subalterno falar, leitura obrigatória que será cobrada na prova tanto da manhã quanto da noite. E o terceiro é o Dialética da marginalidade, que não será cobrado, mas cuja leitura eu recomento para melhor compreensão do fechamento do curso. Deixo também aqui o conto O cobrador, do Rubem Fonseca. Abraço

Thais

João Guimarães Rosa – Manuelzão e Miguilim

146436638-Gayatri-Spivak-Pode-o-Subalterno-Falar

dialética da marginalidade

O Cobrador