Aula 2 (Ensino de Literatura Infantil e Juvenil)

Olá, pessoal!

Nossa segunda aula será uma conversa sobre o livro Peter Pan, ou Peter and Wendy, no original, ou ainda Peter e Wendy em tradução brasileira mais recente.
Para conversarmos com mais objetivo, vocês precisarão ler o Cap. Crescer ou Não Crescer, do livro Fadas no divã, que está disponível na biblioteca digital da UNITAU. A edição da editora Zahar para o Peter Pan também está disponível por lá!
Deixo aqui um link para a versão ilustrada em inglês do Peter and Wendy.
Deixo também um arquivo com uma tradução diferente da mesma narrativa: Peter e Wendy – James Matthew Barrie

Para comprovar sua leitura dos dois textos, vocês deverão comentar esse post com o seu ponto de vista sobre a explicação do romance proposta pelos autores de Fadas no divã. Você tinha pensado como eles? Você pensou coisas diferentes que não foram abordadas? A explicação surpreendeu você?

Os comentários deverão ser postados até dia 09/Abril.
Um abraço.

Profa. Thais

Aula 1 (Quarentena): Literatura Brasileira – Período Colonial

Olá, alunos.

Segue abaixo o capítulo “Colônia, culto e cultura”, do livro Dialética da colonização, do Alfredo Bosi.

Colônia, Culto e Cultura – Alfredo Bosi

A partir da texto e da video-aula disponibilizada em meu canal (cujo link enviarei via whatsapp na sexta-feira), cada aluno deverá levantar no mínimo 1 e no máximo 3 questões sobre o texto, a serem debatidas na semana do dia 30 em um video ao vivo em horário a ser combinado. Vocês deverão postar suas questões aqui nos comentários a este post.
Fiquem atentos ao grupo de whatsapp da disciplina.

Um abraço

Thais

ps: tradução do trecho de citação da página 22.

“Os países novos são um vasto campo aberto às atividades individuais, violentas, que, nas metrópoles, se chocariam contra certos preconceitos, contra uma concepção prudente e regrada de vida, mas que, nas colônias, podem desenvolver-se mais livremente e melhor afirmar, em consequência, o seu valor. Assim, as colônias podem, em certa medida, servir de válvulas de segurança para a sociedade moderna. E essa utilidade, fosse embora a única, seria imensa.”

 

Aula 1 (Quarentena): Desdobramentos do modernismo

Meus queridos alunos do 5º semestre!
Nossa primeira aula remota começará com um live streaming via Youtube – deixarei o link no whatsapp. Gostaria que vocês participassem da aula ao vivo, levantando perguntas sobre o texto e a apresentação de slides. O texto e a apresentação seguem abaixo:

João Luiz Lafetá – modernismo

Modernismo

Também farei uma breve introdução à poesia do Oswald de Andrade, a partir da leitura dos poemas selecionados do livro Pau Brasil, que segue abaixo:

poesia pau brasil

Abaixo, seguem os materiais que serão leitura obrigatória para a a aula seguinte:

manifesto pau-brasil e antropofágico

 

Aula 1 (Período de Quarentena) Os contos de fadas e a criança

  • Assistir ao vídeo acima, do ótimo canal A cigarra e a formiga (todos os vídeos são ótimos!) como introdução ao tema CONTOS DE FADAS e responder: De onde surgem os contos de fadas? Eles são inicialmente voltados a crianças? Por que você acredita que eles acabaram por fazer parte do mundo infantil?
  • Ler os textos: O capuchinho vermelho, de Charles Perrault e Chapeuzinho vermelho, dos Irmãos Grimm. Responder: O que há em comum entre essas duas histórias? De que maneira elas se diferenciam? É possível imaginar um motivo pelo qual essas histórias, embora baseadas em um mesmo enredo, têm desfechos diversos?

Chapeuzinho vermelho CV_Perrault

Chapeuzinho Vermelho – Irmão Grimm

  • Ler o texto “A criança e seus narradores”, levantando perguntas que deverão ser postadas como comentários ao post neste link: até o dia 28 de março, para resposta em vídeo-aula que estará disponível no canal meu canal do youtube (https://www.youtube.com/channel/UCNzLGrFsBqhOdmlfIaaJmog?view_as=subscriber) no dia 01 de abril . Vocês notarão que no cronograma consta outro texto, do Bruno Bettleheim, mas eu decidi trocá-lo por esse texto da Maria Rita Kehl, que é o prefácio do Fadas no divã, livro importante sobre contos de fadas que está disponível em nossa bibllioteca virtual. Vocês poderão acessar o prefácio no blog, ou o livro completo pelo link: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536310220/cfi/0!/4/2@100:0.00 (para acessar o livro digital, vocês deverão estar logados no site da nossa biblioteca digital com seu RA e senha da biblioteca).

A criança e seus narradores

 

Definição de Literatura Infantil

Olá, Alunos!

Como havíamos combinado na semana passada, este é o post em que vocês irão postar seus resumos dos trechos “Definição de Criança” e “Definição de Literatura Infantil”, do capítulo DEFINIÇÃO DE LITERATURA INFANTIL, do livro Crítica, teoria e Literatura Infantil, do Peter Hunt. Vocês deverão postar seus comentários depois de se cadastrarem com seus emails. Observem que seus comentários não aparecerão automaticamente, porque eles precisam ser aceitos por mim, por isso, não se preocupem se por um dia ou dois seu comentário não estiver por lá.
A data limite para a postagem dos comentários é 25 de Março. Um abraço para todos. Fiquem atentos às orientações que darei via Whatsapp para as atividades da próxima semana.
Abaixo, segue o material para quem ainda não o tenha acessado:

Definição de literatura infantil – Peter Hunt (Crítica, teoria e literatura infantil)

 

 

Monteiro Lobato e o caipira

Olá, alunos.

Seguem materiais para a aula de hoje!

Urupes – Monteiro Lobato

Monteiro Lobato – VELHA PRAGA

Perguntas para reflexão sobre o texto do Luzimar (Monteiro Lobato e Mazzaropi e o Imaginário Caipira ) e a relação entre ele e os contos do Lobato:

  1. Quais foram as bases da colonização da Capitania de São Vicente?
  2. De que maneira esse processo colonizador forma a cultura caipira?
  3. Quais são algumas característica essenciais dos caipiras?
  4. Como os monocultores de café percebiam o caipira?
  5. Quais os propósitos da imigração européia no Brasil pós escravocrata?
  6. O recorte do estudo é racial ou cultural? Explique.
  7. De que maneira o Lobato lido em sala percebe o caipira? Que relações podem ser estabelecidas entre os contos e a apresentação dos caipiras feita pelo texto?
  8. Por meio de qual ponto de vista se construiu o imaginário nacional sobre o caipira?
  9. Tanto Lobato quanto o estudo do Prof. Luzimar evidenciam um primeiro olhar sobre os homens rurais brasileiros no esforço da construção de um imaginário nacionalista. Explique.
  10. O texto propõe que se podem fazer duas leituras desses textos de Lobato. Explique-as.
  11. Urupês e Velha Praga “marcam o lugar de fala de Lobato, naquele momento mais fazendeiro que escritor”. Explique essa afirmação.
  12. Qual ponto de vista “Jeca Tatu – a ressurreição” traz sobre o caipira? Qual a relação desse olhar com o sanitarismo?
  13. Como a visão de Lobato sobre o caipira se transforma em Zé Brasil?
  14. Ao concluir o capítulo “Uma representação”, o autor reitera um ponto de vista sobre a contribuição de Lobato para o imaginário nacional sobre a figura do caipira. Explique esse ponto de vista.