Aula 2 (Ensino de Literatura Infantil e Juvenil)

Olá, pessoal!

Nossa segunda aula será uma conversa sobre o livro Peter Pan, ou Peter and Wendy, no original, ou ainda Peter e Wendy em tradução brasileira mais recente.
Para conversarmos com mais objetivo, vocês precisarão ler o Cap. Crescer ou Não Crescer, do livro Fadas no divã, que está disponível na biblioteca digital da UNITAU. A edição da editora Zahar para o Peter Pan também está disponível por lá!
Deixo aqui um link para a versão ilustrada em inglês do Peter and Wendy.
Deixo também um arquivo com uma tradução diferente da mesma narrativa: Peter e Wendy – James Matthew Barrie

Para comprovar sua leitura dos dois textos, vocês deverão comentar esse post com o seu ponto de vista sobre a explicação do romance proposta pelos autores de Fadas no divã. Você tinha pensado como eles? Você pensou coisas diferentes que não foram abordadas? A explicação surpreendeu você?

Os comentários deverão ser postados até dia 09/Abril.
Um abraço.

Profa. Thais

13 comentários sobre “Aula 2 (Ensino de Literatura Infantil e Juvenil)

  1. A história de Peter Pan ocorre em mundo de fantasias, no qual o autor Barrie explora a idealização da infância enquanto um período de riqueza imaginária, a tal ponto que Peter Pan se torna uma eterna criança por escolha, pois não queria crescer. O autor lembra que “abandonar a infância implica uma perda de identidade. Acessar a idade adulta cobra o preço da amnesia da infância. Esquecemos de como procedíamos em relação às fantasias, do modo infantil de compreender o mundo, da língua que falávamos, como se isso tudo nunca tivesse sido nosso.” Nesse contexto, podemos considerar que crescer seria perder um paraíso.

    Para complementar, gostaria de fazer uma citação do texto para refletirmos sobre essa questão do crescimento. Segundo Diana e Mário Corso, “certos jovens prolongam indefinidamente a adolescência porque se recusam a fazer escolhas e tentar. Escolher é perder as outras opções que não se quis, enquanto tentar é descobrir que só́ conseguimos em parte. Em ambos os casos, se perde a ilusão do todo. Assim, os que se resignam a crescer também se conformam à sua futura mediocridade; por mais que façam, serão fadados a ser mais um dos adultos que ficam devendo diante de tudo o que poderiam ter sido na vida. No nosso tempo, crescer está associado a perder, não há mais tanto prestígio na condição adulta.”

    A partir dessa citação, é interessante notar a abordagem psicológica do personagem, que até então eu, particularmente, desconhecia, ao analisar que Peter Pan é hoje sinônimo da dificuldade em crescer. Nesse contexto, de acordo com Diana e Mário Corso, alguns autores querendo popularizar seus argumentos psicológicos, falam da Síndrome de Peter Pan para englobar toda a gama de dificuldades de crescimento.

    Outro ponto que me surpreendeu, é a explicação que os autores fazem a respeito da narrativa, especialmente quando aborda o vínculo entre os personagens, e a história em si como uma redenção para as boas mães. Apesar do discurso de Peter Pan ao dizer que foi abandonado na infância – embora ele que tenha saído de casa, é muito interessante essa imagem idealizada de mãe que Peter Pan possui. Para ele, enquanto o filho não cresce, a mãe nunca morre.

    E assim a história vai se repetindo com as outras personagens descendentes de Wendy. Para Peter, todas são a mesma, uma única e perene imagem idealizada da mãe, considerando que ele terá lugar garantido no coração das mulheres, pois sempre será um menininho em busca da mãe e, para ele, as mães devem ficar sempre disponíveis.

    Enfim, essa narrativa sobre Peter Pan me fez refletir um pouco sobre a minha infância, nas brincadeiras imaginárias, na própria relação com a minha mãe e o momento que senti esse rompimento entre os dois planos e iniciei uma realidade diferente, com responsabilidades, tornando-me adulta. Lembro-me até hoje dessa transição, aos 12 anos, não sei se cedo ou tarde, mas realmente, é muito gratificante ter esse sentimento de que a mãe está sempre nos esperando. E isso nos faz refletir sobre as crianças que não tiveram e não terão esse amor materno, que por vezes, acaba sendo preenchido por um mundo imaginário, um sonho a espera de tornar-se realidade.

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  2. Peter Pan um pequeno rapaz que se comporta ou trata da infância de um menino que não queria crescer que vivia no mundo do nunca onde as crianças não cresciam.
    Sim, pois mais que seja um conto de história infantil,o seu significado real trás as formas e substâncias através das crianças.
    Posso analisar por um lado de Diana e Corso mas para outro lado eles estavam falando algo que tinha a nitida certeza que tudo é verdade. .

    De uma certa forma,sim sempre estará abordando as mesmas histórias
    Peter Pan,passa a se pensar o momento no qual passamos de criança para adolescente.

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  3. A partir da leitura da história de Peter Pan, que é um menino que se recusa crescer e o tempo todo durante a narrativa nos é passado o quanto a infância pode ser mágica e incrível, Peter escolhe ser pra sempre uma criança, é uma opção dele e assim vive pra sempre na Terra do Nunca em um mundo repleto de fantasias e aventuras. O longo de sua história, o garoto que mesmo sendo uma criança também passa por algumas situações, mesmo que forma fantástica, que podem ser consideradas situações adultas, como por exemplo o fato dele ser meio que uma figura paterna para os meninos perdidos, por mais que não o chamem de pai, é claro que Peter é o ponto de maior “responsabilidade” que há entre eles, as lutas com o Capitão Gancho também apontam um ar de liderança para Peter, o tornando então uma eterna criança, com atitudes de criança, mas que talvez inconscientemente tenha algumas atitudes adultas.
    Nesse contexto, em comparativo com o outro texto dado pra refletirmos, Diana e Mário Corso possuem uma fala que cabe bem com a história e Peter “certos jovens prolongam indefinidamente a adolescência porque se recusam a fazer escolhas e tentar. Escolher é perder as outras opções que não se quis, enquanto tentar é descobrir que só́ conseguimos em parte. Em ambos os casos, se perde a ilusão do todo.” Aqui então podemos pensar no fato de Peter se recusar a crescer porque se recusa a fazer essas escolhas e tentar essas coisas que seriam “coisas de adulto”, porém inconscientemente ele age como um adulto infantil na Terra do Nunca, visto que cuida muito bem dos meninos perdidos, é como se as atitudes adultas, fossem de certa forma infantilizadas de uma forma que nem ele mesmo consegue perceber que as faz. Ao se negar fazer escolhas, ele já está escolhendo, assim como escolhe ser pra sempre uma criança.

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  4. Peter Pan e Wendy é uma adaptação de uma peça de teatro escrita por James M. Barrie que se tornou um clássico da literatura, rendendo não só uma mas diversas adaptações. Eu tive contato primeiramente com a animação da Disney, e só agora li o livro.
    Antes de começar a ler, tinha uma preconcepção de que Peter seria um grande herói, benevolente e justo, um exemplo para os Meninos Perdidos. Mas não foi isso que encontrei, em um trecho o narrador nos conta que Pan seguia o mesmo modelo do Capitão Gancho, e em outros o egocentrismo e egoísmo do protagonista fala mais alto. Entretanto Diana e Marcio Corso explicam a intenção do autor em colocar esses trechos “Barrie tem o mérito de não ser simplista, para ele não há uma idealização da infância como uma fase de pura criatividade e candura. Por exemplo, ele afirma que para poder voar – único meio de transporte para a Terra do Nunca – é preciso ser alegre, inocente e sem coração, reconhecendo que há uma maldade egoísta própria da infância”.
    Se por um lado o autor não idealiza a infância, ele assim o faz com o papel da mãe. De acordo com os Corso: “A mãe na visão idealizada de Barrie, não deveria conservar mágoas de seus filhos, tudo suportaria”. Essa ideia pode ser exemplificada com um trecho do livro que me chamou atenção: Wendy está colocando todos os Meninos para dormir, mas eles ficam falando e falando, e quando Michael reclama que estaria grande demais para dormir no berço, a menina responde “Preciso de alguém num berço – disse ela, quase com raiva.” A menina não se atreve a sentir raiva de um de seus filhos, mesmo em um momento de estresse.
    Os autores também dissertam sobre a necessidade da mulher em ter um filho pequeno, para ser mãe dele, “sentir-se objeto daquele amor que seu bebê lhes dedica, de ser eternas possuidoras desse rosado e valioso bem.”. Exemplificado também pelo trecho anterior “Preciso de alguém num berço”.
    A partir disso eles levantam uma tese sobre o beijo da Sra Darling, ele seria a representação do amor da mãe, que é “destinado para aquele filho que se resigne a nunca crescer.” Por isso, no final do livro, Peter ganha esse beijo, pois se compromete a nunca crescer, enquanto os Meninos Perdidos ficam com o casal Darling e viram adultos.

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  5. Sem dúvidas, a seguinte afirmação do texto que me chamou atenção foi: “Peter Pan não se recusa a crescer apenas porque ser criança é bom, na verdade, ele se nega a realizar esses papéis todos.” Isso fica ainda mais claro na obra. Eu não havia lido a obra original, apenas a adaptação da Disney e confesso ter me surpreendido negativamente. Ao contrário do que aprendemos na infância, Peter – o personagem principal da história – é um homem arrogante, narciso, egoísta e extremamente autoritário. “– É verdade, ele é muito atrevido – admitiu Wendy…”

    O sexismo e machismo também é algo muito nítido na obra, o que se passava “despercebido” na época. Na obra, quando o autor menciona “Michael também queria dormir na cama com os outros, mas Wendy fazia questão de ter um bebê e, como ele era o menor de todos, e vocês sabem como são as mulheres…” e a fala de Wendy “– Eu costuro para você, meu homenzinho – ofereceu ela, embora eles fossem do mesmo tamanho…” é uma evidência nítida dessa característica.
    Wendy é a mulher direcionada a ser mãe – mesmo sendo criança – e diversas vezes é submissa a Peter. E Sininho aparece de forma “assustadora” na obra, quando tenta matar Wendy – o que fiquei impressionada, uma vez que ela se tornou uma personagem individual da Disney, inclusive ganhou desenhos animados – e acaba levando o papel de ciumenta, possesiva.

    No mais, o autor J.M. Barrie, consegue colocar todo esse contexto dentro do lúdico e fantasioso mundo infantil.

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  6. Boa parte das explicações para os personagens, situações e desdobramentos da história em análise crítica são muito interessantes, revelam o quão complexa pode ser e o quanto da história de Barrie poderia estar atrelada à todas as turbulências que ambas as histórias carregam, a de Barrie e a criada por ele mesmo.
    Acho interessante pensar na abordagem à questão entre o “não crescer” versus o “crescer” que é gerado a partir da leitura do texto crítico, no qual, por um lado, fala-se sobre o fato de Peter viver tanto como criança e ter tantas aventuras que chega ao ponto de não lembrar mais quem era o temível Capitão Gancho; o tempo está a seu favor por nunca passar, mas em contrapartida ele vive tantas histórias, que a mais caricata delas (para nós e para Wendy) acaba caindo em esquecimento. Ele vive se enchendo de aventuras mas nunca de uma boa o suficiente para marcar sua memória. Embora ele volte para visitar Wendy e levá-la para uma pequena temporada na Terra do Nunca de tempos em tempos, depois de mais e mais aventuras ele perde a noção do tempo e acaba por reencontrar Wendy já crescida e casada, tendo de, ao invés de reviver aquela lembrança, viver uma nova com Jane, filha de Wendy. Isso tudo por conta da promessa que ele fez a Sra. Darling mas que não pode cumprir mais com Wendy, passando assim a visitar as gerações futuras.
    E por outro lado, há o ponto de vista dos garotos, que quando cresceram, deixaram a infância de lado e acabaram por esquecer momentos dos quais não vivem mais, fazendo com que deixassem de acreditar em suas imaginações porque não viviam mais lá na Terra do Nunca. O tempo não está a favor deles e, embora fosse o ideal que eles lembrassem da aventura, eles já não acreditavam mais.
    Mas a explicação surpreendeu muito mais, pois acho que vai muito mais além de retratar as angústias sobre querer ou não querer crescer quando se é pequeno e querer ou não querer voltar a ser criança quando se é adulto.

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  7. Sim. Em algumas partes do romance houve várias reflexões semelhantes as que os autores apresentam no cap. XVI “Crescer ou não crescer”.
    Um dos momentos que me chamou a atenção foi no inicio da história, em que a senhora Darling se lembra de um “tal de Peter Pan”, um que pertenceu a sua infância, mas agora ela era crescida que duvidava da existência dele. Este trecho me trouxe a reflexão de como a “maturidade”, muitas vezes sufoca nossa imaginação e fantasia. Como se em uma determinada fase da vida da senhora Darling as coisas de “criança” fossem menosprezadas, fossem menos, simplista demais para tanto “Bom senso”.
    A explicação que mais me surpreendeu foi a das páginas 239 e 240, os autores apresentam Peter Pan e Gancho, representando uma relação entre pai e filho. Porém a explicação que mais surpreendeu foi na página 230, quando os autores falam sobre as implicações do abandono da infância. A “perda de identidade” e “habitar uma nova terra”, me fez refletir em como essa fase de transição é complexa, difícil e na maioria das vezes incompreendida pela sociedade.

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  8. Em alguns momentos sim, em outros não. Na página 236, os autores abordam que “Peter Pan é diferente dos meninos perdidos”, já que os meninos compreendiam que algumas brincadeiras tratava-se de um faz de conta, sabendo diferenciar a realidade e a fantasia.
    Fiquei muito surpreendida com a explicação que os autores fazem dos personagens e de que a “Terra do Nunca” poderia ser o lugar aonde vivem a nossa própria fantasia e que cada um de nós atribuímos à ela características peculiares.

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  9. Em alguns momentos sim, em outros não. Na página 236, os autores abordam que “Peter Pan é diferente dos meninos perdidos”, já que os meninos compreendiam que algumas brincadeiras tratava-se de um faz de conta, sabendo diferenciar a realidade e a fantasia.
    Fiquei muito surpreendida com a explicação que os autores fazem dos personagens e de que a “Terra do Nunca” poderia ser o lugar aonde vivem a nossa própria fantasia e que cada um de nós atribuímos à ela características peculiares.

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  10. A leitura me levou a refletir em como a história realmente é, e como ela é abordada nas mídias. O mundo da imaginação que a criança começa a criar “faz de conta” e ao mesmo tempo sofre a transição da idade que leva para a vida adulta, a maturidade. A narrativa mostra Peter Pan, um rapaz que não queria crescer para não viver a vida adulta, e ir para Terra do Nunca nada mais é um lugar que leva a imaginação, a fantasia e os sonhos.
    Um das partes que me surpreendeu foi a forma em que o autor descreve a personagem Sininho, pois a mídia traz a personagem como heroína, amiga, dócil e bondosa, porém na obra original, Barrie apresenta a fada sendo muito ciumenta e maldosa.

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  11. Durante a minha leitura do livro (Peter Pan e Wendy) houve alguns objetos que eu me questionava o significa, como o beijo da mãe de Wendy, logo em contos no divã me trouxe essa explicação como maior aprofundamento, logo muitas de sua explicações eu já havia imaginado e concordo com muitas dela, se não for com todas, a narrativa contudo marca um tópico o qual, com olhar da atualidade me deixou muito irritado foi com o papel da mulher. Muitas marcas dessa história traduzida pelo fadas do divã tornaria o trabalho de ser pais algo mais direcionado, o impedindo de criar nos filhos a sua imagem, assim como que na modernidade não vemos mais a desvalorização do período de infância e sim uma imagem de período de formação. A única explicação que me acrescentou uma informação que não tinha imaginado foi a de Peter Pan como a encarnação da fantasia, da alegria, da eterna criança. Acredito que a explicação de Diana Lichtenstein Corso, Mário Corso foram esclarecedora, por mais que eu analisei o livro não consegui observar com tanta claramente alguns aspectos, como as fadas sendo as mãe da terra do nunca.

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  12. Diferente dos filmes fantásticos da Disney, Peter e Wendy me surpreendeu de maneira intrigante. Desde pequenos detalhes até seus tons mais macabros, descobrir que a “doce Terra do Nunca” não era tão doce quanto imaginava, foi um pequeno baque a ser superado enquanto me aventurava, cada vez mais, em um Peter Pan mais tirânico do que costumava me lembrar.
    Ao observar as características da personagem literária de Peter, já apresentada previamente pelos filmes como espertalhona, foi, de certa forma, diferente. A descrição de Barrie nos mostra um Peter muito mais narciso, soberbo e egoísta, como pode-se também observar pela visão dos autores em:
    “Nesse desenho, porém, a figura de Peter Pan foi transformada e exaltada, enforcando maciçamente a trama no contraponto entre o tempo imóvel do mundo de Peter Pan e a vida real das outras crianças, que se resignam a crescer. Além disso, o personagem original descrito por Barrie é muito mais infantil, despótico e narcisista que o de Disney.”
    Além do próprio Peter outros personagens passam por uma espécie de “filtro da Disney”, embelezando a personalidade das fadas – o que podemos constatar na cruel e, muito mais aparentada a personalidade das fadas mitológicas, Sininho – e desformoseando a figura sedutora do do vilão.
    Gancho é descrito de maneira sucinta, bela e aterrorizante. Percebe-se, porém, que em grande parte de suas cenas e descrições, vemos também um homem que carrega uma moral. James Gancho acredita nos bons modos. Os autores, observam essa moral como fator principal ao distoar as personagens de Gancho e Peter, como vemos em:
    “Paradoxalmente, o pirata morre com a vitória moral mostrando-se mais homem que o rapaz, o sentido de ser capaz de um sucesso socialmente regrado e reconhecido, sobre a forma da boa educação, por isso, morre heroicamente. Peter não cresce, porque prefere a escaramuça às regras, para tanto se mantém no universo paralelo, a Terra do Nunca, onde sendo tudo faz-de-conta, nada é para valer.”
    Um ponto importante a ressaltar é a convergência em verdade que Peter, incapaz e irrefutável no quesito de “crescer ou não crescer”, faz do faz-de-conta. Para ele o fantasioso é a mais singela realidade, todas as aventuras – mesmo que as mais marcantes para Wendy e os outros – não fazem diferença, pois sempre as esquecerá. (mostrando a falta de consequências ao rapaz, que nunca está em desvantagem). Peter Pan, sempre é mencionado no livro como diferente de todos os outros, que aceitaram seus destinos e, então, cresceram, Peter não assume essa responsabilidade. Ele é a essência mais livre a real da infância em sua singularidade egoísta, quase nunca relacionada ao termo, em geral.

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  13. Durante a minha leitura do livro (Peter Pan e Wendy) houve alguns objetos que eu me questionava o significa, como o beijo da mãe de Wendy, logo em contos no divã me trouxe essa explicação como maior aprofundamento, logo muitas de sua explicações eu já havia imaginado e concordo com muitas dela, se não for com todas, a narrativa contudo marca um tópico o qual, com olhar da atualidade me deixou muito irritado foi com o papel da mulher. Muitas marcas dessa história traduzida pelo fadas do divã tornaria o trabalho de ser pais algo mais direcionado, o impedindo de criar nos filhos a sua imagem, assim como que na modernidade não vemos mais a desvalorização do período de infância e sim uma imagem de período de formação. A única explicação que me acrescentou uma informação que não tinha imaginado foi a de Peter Pan como a encarnação da fantasia, da alegria, da eterna criança. Acredito que a explicação de Diana Lichtenstein Corso, Mário Corso foram esclarecedora, por mais que eu analisei o livro não consegui observar com tanta claramente alguns aspectos, como as fadas sendo as mãe da terra do nunca.

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