5 comentários sobre “Rosa, Faulkner e Rulfo – Prof. Paulo Moreira – MODERNISMO LOCALISTA NAS AMÉRICAS

  1. 1. Se local e regional se diferenciam simplesmente pelo fato de o primeiro tratar do “estado próprio de um lugar” e o segundo também, mas com a particularidade de ser mais abrangente – uma região, os termos regionalismo e localismo, ainda que na perspectiva do autor, não poderiam ser a mesma coisa?

    2. Entendi que o Modernismo acontece em diferentes épocas a cada país, é correta essa compreensão? A partir disso, Machado de Assis é considerado modernista para esse autor ou tantos outros? (pág. 13)

    3. Por quê Rosa, Rulfo e Faulkner são considerados “eminentemente cosmopolistas” para Paulo Moreira?

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  2. Como/Qual é “tratamento inovador” recebido pela assimetria radical entre o leitor urbano, personagens e temas rurais (de Rosa, Faulkner e Rulfo ) de que fala Chiappini?

    Em síntese, então, o que é, segundo Paulo, modernidade, moderno e modernismo?

    Ainda nessa discussão, qual é o aspecto considerado central?

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  3. Primeiro, não ficou claro para mim a falsa dicotomia entre o local e o universal defendida pela Chiappini.
    Segundo, qual o projeto totalizador de Balzac e Euclides da Cunha?
    A diferença entre Modernismo brasileiro e high-modernism está no fato de o primeiro ser parte de uma vanguarda europeia e o segundo não, assim como o modernismo espanhol?

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  4. 1- No texto, têm uma parte na pagina 6,que falam da estética narrativa. Não deu para entender esse paragrafo?
    2-De uma certa forma no texto citam o nome de Guimarães Rosa, Rulfo, Faulkner ,esses mesmos estariam falando da mesma linguagem?
    3-Qual é a relação do texto na Literatura Comparada e se tem algo ligado a Literatura Contemporânea.

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  5. 1-É possível produzir um “modernismo de periferia” ou “o cosmopolitanismo
    estético do modernismo” impede essa existência?

    2-O localismo se contrapõe ou é uma parte do modernismo? ou é apenas um instrumento para analisar autores/obras

    3-Até que ponto os “Mundos ficcionais” se estendem para fora das “reais” estruturas marginalizadas?

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