Aula 1 (Período de Quarentena) Os contos de fadas e a criança

  • Assistir ao vídeo acima, do ótimo canal A cigarra e a formiga (todos os vídeos são ótimos!) como introdução ao tema CONTOS DE FADAS e responder: De onde surgem os contos de fadas? Eles são inicialmente voltados a crianças? Por que você acredita que eles acabaram por fazer parte do mundo infantil?
  • Ler os textos: O capuchinho vermelho, de Charles Perrault e Chapeuzinho vermelho, dos Irmãos Grimm. Responder: O que há em comum entre essas duas histórias? De que maneira elas se diferenciam? É possível imaginar um motivo pelo qual essas histórias, embora baseadas em um mesmo enredo, têm desfechos diversos?

Chapeuzinho vermelho CV_Perrault

Chapeuzinho Vermelho – Irmão Grimm

  • Ler o texto “A criança e seus narradores”, levantando perguntas que deverão ser postadas como comentários ao post neste link: até o dia 28 de março, para resposta em vídeo-aula que estará disponível no canal meu canal do youtube (https://www.youtube.com/channel/UCNzLGrFsBqhOdmlfIaaJmog?view_as=subscriber) no dia 01 de abril . Vocês notarão que no cronograma consta outro texto, do Bruno Bettleheim, mas eu decidi trocá-lo por esse texto da Maria Rita Kehl, que é o prefácio do Fadas no divã, livro importante sobre contos de fadas que está disponível em nossa bibllioteca virtual. Vocês poderão acessar o prefácio no blog, ou o livro completo pelo link: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536310220/cfi/0!/4/2@100:0.00 (para acessar o livro digital, vocês deverão estar logados no site da nossa biblioteca digital com seu RA e senha da biblioteca).

A criança e seus narradores

 

12 comentários sobre “Aula 1 (Período de Quarentena) Os contos de fadas e a criança

  1. Dúvidas sobre o texto “A criança e seus narradores”:
    No início do texto, a autora diz que, segundo Robert Darnton, o objetivo de Perrault ao dar esse final tão trágico á Chapeuzinho não era alertar as crianças do perigo da desobediência aos pais. Entaão, qual era o objetivo de Perrault segundo Darnton?
    E por que a autora afirma que nessa versão não tem moralidade? Precisamente na versão que ela apresentou ou que na versão de Perrault não tem moralidade?
    Além disso na página 16, ela cita que existe uma relação da criação da família nuclear com a nova concepção de infância. Mas por quê?

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  2. A criança e seus narradores

    -Em um dos paragráfos fala da criança do século XVIII, comparadando com as crianças do século XXI,
    O que mudou no conceito contos de fadas ?
    Tanto dos Contos de Fadas de antes,como a realidade de hoje em dia das crianças no todo?

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  3. • Na página 16, comenta-se sobre a afirmação do psicanalista Bruno Bettelheim: “a capacidade de sobrevivência dos melhores contos de fadas que ainda encanta crianças da atual geração, consiste em seu poder de simbolizar e ‘resolver’ os conflitos psíquicos inconscientes que ainda dizem respeito às crianças de hoje”.
    De acordo com a fala de Bettelheim, quais seriam esses conflitos psíquicos inconscientes?

    • Na página 17, constata-se que: “munidos de indiscutível simpatia por seu objeto, na interface entre psicanálise e literatura, os autores vêm contribuir com a ousada proposta de preencher um vazio na área da crítica de literatura infantil no Brasil”.
    Por que existe esse vazio na crítica da literatura infantil no Brasil?

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  4. Considerando o momento atual em que vivemos, conectados à internet quase que a todo instante, diariamente, quais os desafios que as novas e futuras crianças terão para que seus pais sejam “pais narrativos”, que dediquem tempo suficiente para narrar essas histórias significativas a seus filhos? Conforme os autores mencionam no final do prefácio, até que os pais percebam que as crianças estão deixando de lhes dar ouvidos.
    Por outro lado, seguindo a vertente do psicanalista Bruno Bettelheim, os melhores contos serão capazes de sobreviver, encantando crianças das gerações dos computadores, videogames e jogos de RPG, devido ao poder de simbolizar e “resolver” os conflitos psíquicos inconscientes que ainda dizem respeito às crianças de hoje, considerando, principalmente, o poder de comunicação do mundo globalizado que acelerou o processo de transmissão das histórias, em comparação as séculos anteriores, com a tradição oral.
    Enfim, independente das gerações e dos recursos tecnológicos, os contos continuarão a fazer parte de um mapa imaginário, conectando as crianças à multiplicidade de sentidos que caracterizam o mito em todas as culturas, em todas as épocas, indicando o lugar na família, e no mundo.

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  5. – No primeiro parágrafo, logo após a história, a autora afirma que o objetivo das antigas histórias não era previnir as crianças dos perigos da desobediência aos pais. Então qual era qual era realmente o objetivo?

    – No século XIX as versões modernas dos contos chegaram devido a alguns fatores. Essa mudança de versão pode ocorrer futuramente?

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  6. Página 17, parágrafo 10
    O autor destaca a importância da literatura, um mundo de riqueza subjetiva para zona de plena visibilidade para as crianças, através dos contos, ensinando e encorajando para diversas situações. Dessa forma podemos perceber o quanto é importante a literatura para as crianças, como os professores podemos auxiliar no desenvolvimento da narrativa na criança?

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  7. 1-Qual era o propósito dos contos de fadas nos séculos XVII e XVIII, já que retratavam de uma brutalidade nua e crua ?
    2-O quão importante é o medo nos contos de fadas?

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  8. – Por que os contos de fadas clássicos são os mais perpetuados e significativos até os dias de hoje, mesmo com sempre novas releituras e os contos de fadas atuais? Quais seriam as diferenças entre eles?

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  9. De acordo com a autora Maria Rita Kehl (2006, p. 17), as crianças “[…] são fascinadas por tudo o que desperte nelas a vasta gama de sentimentos de medo.”, se histórias misteriosas despertam o medo nas crianças, por que ficam tão fascinada, insistindo em ouvir repetidamente as passagens assustadoras, tornando os personagens maldosos mais populares do que os bondosos?

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  10. No texto A criança e seus narradores de Maria Rita Khel (2006, p. 17), afirma-se que: “Contar histórias não é apenas um jeito de dar prazer às crianças.” Ou seja, o ato de contar histórias vai além de um estereótipo de fixo de lúdicidade. Explique essa justificativa.

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  11. 1- No 1º parágrafo da página 16, apresenta-se brevemente o conceito das cinco condições propostas por Fernando Pessoa para um crítico literário. Quais são elas?
    2- Ao final do 4º parágrafo da página 16, cita-se ”todas as possibilidades da linguagem lhe interessam”. Essa afirmação possui caráter positivo ou negativo em relações psicológicas? Qual o limite traçado até essa amplitude tornar-se nociva a criança?
    3- No 1º parágrafo da página 16, fundamenta-se a falta de moralidade simbólica nas primeiras versões dos contos, portanto, como passou-se a atribuir um papel de destaque da moralidade nas versões modernas?

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