Um comentário sobre “Uma aldeia falsa: sobre Tomás Antônio Gonzaga”
Nome: Jaqueline Pereira Rolim
Letras – 4º semestre
Por que o texto chama-se uma aldeia falsa?
Segundo Antônio Candido, no livro “na sala de aula”, ao analisar os poemas de Tomás Antônio Gonzaga, chamará “uma aldeia falsa”, porque o poeta passa por uma ruptura em sua vida que culminara na perda de posse e o afastamento da mulher amada. Candido analisa a alegoria da Lira em dois períodos: a primeira parte – passado (nostalgia ) e – a segunda parte o que ele chama de futuro franco (ilusão do futuro). Ele contrastara a lírica do Gonzaga por meio do passado x futuro – realidade x sonho (devaneio). A primeira parte ele puxará para o passado, onde Gonzaga escreve sobre o que foi perdido e consequentemente acabou: …
“ Se o rio levantado me causava, levando a sementeira, prejuízo, eu alegre ficava, apenas via na tua breve boca um ar de riso.”…, a segunda parte será arremessada sobre o futuro (o sonhado, aquilo que ainda não existe): …
“ Ah! minha bela, se a fortuna volta, se o bom, que já perdi, alcanço e provo, por essas brancas mãos, por essas faces
te juro renascer um homem novo,”… Tomás Antônio Gonzaga usa sua lírica para lidar com o drama que sofria de perder o que o pastor possuía, se afastado da pastora amada, tragédia que destruí sua vida o leva a literatura para expressar suas dores, nostalgia e a fé sobre um futuro: …” Se a sorte virar e ele readquirir a posição perdida. Diz que recomeçar do nada e se contentara com a pobreza, contanto que Marília esteja ao seu lado”.
Antônio Candido traz para análise do poema a realidade da época que Antônio Gonzaga viva quando escreveu a Lira, onde ele sofreu pena de confisco de seus bens, calúnia e pena de morte, por conspiração contra o Estado português. A noiva de Gonzaga Joaquina era uma mulher de família rica e importante de Minas. O elemento biográfico do poeta bem analisado por Candido, mostra o quão enriquecido ficou o poema (algo do período literário do século XVIII (“cena ato e “cena agente “) o que é chamado pelo filósofo Rousseau de “homem natural “). Conclui-se que as alegorias trazidas por Gonzaga e bem analisada por Candido, precisou de texto no contexto para entendermos a complexidade do poema e o porquê Candido chama de “uma aldeia falsa”, onde passado, futuro e tudo que foi mostrado da ênfase ao discurso.
Nome: Jaqueline Pereira Rolim
Letras – 4º semestre
Por que o texto chama-se uma aldeia falsa?
Segundo Antônio Candido, no livro “na sala de aula”, ao analisar os poemas de Tomás Antônio Gonzaga, chamará “uma aldeia falsa”, porque o poeta passa por uma ruptura em sua vida que culminara na perda de posse e o afastamento da mulher amada. Candido analisa a alegoria da Lira em dois períodos: a primeira parte – passado (nostalgia ) e – a segunda parte o que ele chama de futuro franco (ilusão do futuro). Ele contrastara a lírica do Gonzaga por meio do passado x futuro – realidade x sonho (devaneio). A primeira parte ele puxará para o passado, onde Gonzaga escreve sobre o que foi perdido e consequentemente acabou: …
“ Se o rio levantado me causava, levando a sementeira, prejuízo, eu alegre ficava, apenas via na tua breve boca um ar de riso.”…, a segunda parte será arremessada sobre o futuro (o sonhado, aquilo que ainda não existe): …
“ Ah! minha bela, se a fortuna volta, se o bom, que já perdi, alcanço e provo, por essas brancas mãos, por essas faces
te juro renascer um homem novo,”… Tomás Antônio Gonzaga usa sua lírica para lidar com o drama que sofria de perder o que o pastor possuía, se afastado da pastora amada, tragédia que destruí sua vida o leva a literatura para expressar suas dores, nostalgia e a fé sobre um futuro: …” Se a sorte virar e ele readquirir a posição perdida. Diz que recomeçar do nada e se contentara com a pobreza, contanto que Marília esteja ao seu lado”.
Antônio Candido traz para análise do poema a realidade da época que Antônio Gonzaga viva quando escreveu a Lira, onde ele sofreu pena de confisco de seus bens, calúnia e pena de morte, por conspiração contra o Estado português. A noiva de Gonzaga Joaquina era uma mulher de família rica e importante de Minas. O elemento biográfico do poeta bem analisado por Candido, mostra o quão enriquecido ficou o poema (algo do período literário do século XVIII (“cena ato e “cena agente “) o que é chamado pelo filósofo Rousseau de “homem natural “). Conclui-se que as alegorias trazidas por Gonzaga e bem analisada por Candido, precisou de texto no contexto para entendermos a complexidade do poema e o porquê Candido chama de “uma aldeia falsa”, onde passado, futuro e tudo que foi mostrado da ênfase ao discurso.
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