Um comentário sobre “Libertinagem e Estrela da Manhã”
LIBERTINAGEM
Manuel Bandeira
Manuel Bandeira é considerado hoje o segundo melhor poeta do brasil eo primeiro é Carlos Drumond de Andrade.
Manuel foi aquele poeta marcado com a biografia marcada pela doença da Tuberculose, observando a obra nota-se que realmente é essa obra toda marcada pela sua biografia. De fato com minha pesquisa, transparece essa ambivalência voltada para sua realidade, e a poesia dele é uma poesia extraída da simplicidade, da observação do instante. “Manuel Bandeira não é aquele porta que gasta muita técnica na transpiração.” Mas é a inspiração dele é muito evidente, talvez seja essa inspiração que vem rápida momentânea. Sua poesia fala muito sobre a infância, família, amigos a doença aparece de mais.
No poema VOU ME EMBORA PARA PASÁRGADA, então nessa pasárgada nesse país imaginário que ele cria, ele poderá fazer coisas que ele não fazia enquanto ele estava no presente dele, já que ele fora cometido pela doença que o impedia de fazer coisas simples, andar de bicicleta, andar a cavalo, tomar banho de mar, então nesse poema ele fala:
Vou-me embora para Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
[..]
Como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banho de mar!.
Então ele transcreve um lugar imaginário do poeta até certo ponto “idealizado e romântico”, em que ele tenta na verdade fazer coisas comuns em qualquer um na idade dele na época em que adquiriu tuberculose aos 17 anos, poderia ter feite. A obra de Manuel Bandeira depende que nós possamos conhecer um pouco de sua biografia para compreender os poemas, nos poemas desse poeta a sua biografia esta bem pressa. Ao percorrer pela biografia do poeta, deu a entender a simplicidade, a presença da morte, a presença da doença, os amigos, a família e a infância, um lugar utópico, talvez o espaço de sua cura, o lugar em que Bandeira experimentaria mais palpitante o sentimento de estar vivo, mesmo sob a iminência da morte e a esperança da cura definitiva.
Ao ler o poema, percebe-se que ele questiona sobre a importância da beleza existente, se o que ele vê é o beco que é uma rua estreita, às vezes sem saída… metáfora: representa o estreitamento da vida, a limitação pela doença.
Ele a amplitude , os espaços,e tem consciência de que a sua vida é limitada, como o próprio beco.
LIBERTINAGEM
Manuel Bandeira
Manuel Bandeira é considerado hoje o segundo melhor poeta do brasil eo primeiro é Carlos Drumond de Andrade.
Manuel foi aquele poeta marcado com a biografia marcada pela doença da Tuberculose, observando a obra nota-se que realmente é essa obra toda marcada pela sua biografia. De fato com minha pesquisa, transparece essa ambivalência voltada para sua realidade, e a poesia dele é uma poesia extraída da simplicidade, da observação do instante. “Manuel Bandeira não é aquele porta que gasta muita técnica na transpiração.” Mas é a inspiração dele é muito evidente, talvez seja essa inspiração que vem rápida momentânea. Sua poesia fala muito sobre a infância, família, amigos a doença aparece de mais.
No poema VOU ME EMBORA PARA PASÁRGADA, então nessa pasárgada nesse país imaginário que ele cria, ele poderá fazer coisas que ele não fazia enquanto ele estava no presente dele, já que ele fora cometido pela doença que o impedia de fazer coisas simples, andar de bicicleta, andar a cavalo, tomar banho de mar, então nesse poema ele fala:
Vou-me embora para Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
[..]
Como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banho de mar!.
Então ele transcreve um lugar imaginário do poeta até certo ponto “idealizado e romântico”, em que ele tenta na verdade fazer coisas comuns em qualquer um na idade dele na época em que adquiriu tuberculose aos 17 anos, poderia ter feite. A obra de Manuel Bandeira depende que nós possamos conhecer um pouco de sua biografia para compreender os poemas, nos poemas desse poeta a sua biografia esta bem pressa. Ao percorrer pela biografia do poeta, deu a entender a simplicidade, a presença da morte, a presença da doença, os amigos, a família e a infância, um lugar utópico, talvez o espaço de sua cura, o lugar em que Bandeira experimentaria mais palpitante o sentimento de estar vivo, mesmo sob a iminência da morte e a esperança da cura definitiva.
Ao ler o poema, percebe-se que ele questiona sobre a importância da beleza existente, se o que ele vê é o beco que é uma rua estreita, às vezes sem saída… metáfora: representa o estreitamento da vida, a limitação pela doença.
Ele a amplitude , os espaços,e tem consciência de que a sua vida é limitada, como o próprio beco.
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